Carolina I Bolívia
Carolina Hernandez

Ainda estávamos a cruzar o Titicaca quando percebemos que era a Carolina que precisava de amigos. Esta argentina não podia levantar mais de cinquenta dólares por mês (vão-se lá entender as políticas argentinas) e já não tinha nem um tusto na carteira. Demos-lhe uma boleia e oferecemos-lhe uma cama ao pé de nós. Agora é a Carolina que nos oferece cama em Buenos Aires.